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Os 4 fatores que impulsionam o mercado de automação residencial

Publicado em 15/03/2018

Na semana passada eu estava tomando um café com um grande amigo, daqueles que você conhece desde a infância, sabe?

E como sempre, surge a pergunta: “Como está no trabalho?”

Quando eu fui responder, eu fiquei presente para uma coisa.

O mercado de automação residencial amadureceu.

Há alguns anos atrás as soluções de automação custavam uma fortuna. Os sistemas eram complexos para instalar e somente a elite conseguia comprar.

Hoje em dia é possível comprar um sistema muito legal pelo preço de uma TV.

Mas não foi só o preço que caiu, as pessoas estão mais receptivas à tecnologia.

O smartphone se tornou o novo computador pessoal, e com ele ganhamos inúmeras funcionalidades.

E uma delas, que é show de bola, é poder controlar e monitorar a casa de qualquer lugar do mundo.

Mas peraí. Isso já era possível.

Então por que o mercado de automação residencial amadureceu?

Vamos lá.

Na minha análise, quatro fatores são corresponsáveis pelo amadurecimento do mercado.

Corresponsáveis porque não podemos esquecer dos profissionais integradores de sistemas que também contribuem para isso.

O primeiro fator: as assistentes de voz

Nos EUA e na Europa, o gadget mais vendido no último natal foi o Amazon Dot, versão simplificada da assistente de voz Alexa, da Amazon.

Na CES desse ano que aconteceu em Las Vegas, a Google investiu e demonstrou o Google Home, que agora oferece uma grande compatibilidade com outros sistemas de automação.

E recentemente, a Apple lançou o tão esperado HomePod, a caixa de som da Apple com a assistente de voz Siri.

Tá bom, mas e aí?

O que acontece é que as pessoas compram uma assistente de voz e, ao começarem a usar, surgem algumas ideias…

“Alexa, toque a minha playlist favorita” – Hmmm legal!

“Hey Google, qual a minha agenda para amanhã?” – Opa, isso é útil.

“Hey Siri, como está o trânsito para eu voltar pra casa?” – Ah, bem mais fácil do que abrir o Waze.

E por que não acionar as luzes, ligar a TV, ajustar o ar condicionado e controlar as cortinas pela voz?

Essa é a pergunta que vem logo em seguida, após você começar a usar uma assistente de voz.

E é aí que as pessoas se interessam pela automação residencial.

Elas entram na Internet, pesquisam por dispositivos compatíveis, soluções integradas e chegam até os profissionais especializados.

O segundo fator: a Netflix

Você já ouviu alguém falar: “Eu vou assistir Netflix?”

Pois é. Eu também.

E confesso que eu adoro séries. Ah! Já viu A casa de papel? Adorei.

Bom, mas o assunto é automação residencial. E o que a Netflix tem a ver com isso?

Antes de responder, vou fazer uma outra pergunta.

Do que adianta ter uma TV 4K de ultra resolução se não tem conteúdo para assistir?

Esse era o problema dos fabricantes de TV. E a Netflix resolveu isso.

Na Netflix, as novas séries estão saindo em 4K, e o resultado é incrível!

Isso está aquecendo o mercado de TVs no Brasil e no mundo, e com uma nova TV, as pessoas querem também um sistema de som.

Alguns compram uma soundbar, outros buscam por um sistema completo com receiver e caixas, e então ele novamente chega até o profissional especializado.

O terceiro fator: o mercado imobiliário

Da mesma forma que o mercado estava em alta em 2015, a crise que veio nos últimos dois anos foi muito forte, talvez a maior dos últimos tempos.

Centenas de imóveis devolvidos, empreendimentos atrasados, processos e ações na justiça e muitas coisas aconteceram…

Mas agora, depois do fundo do poço, o mercado está voltando a aquecer.

E isso é ótimo para quem trabalha com automação residencial, home theater e som ambiente.

Quando o cliente vai reformar, ele aproveita para comprar coisas como fechaduras biométricas, sistema de som ambiente, uma sala de cinema, automação da iluminação e persianas, sistema de câmera e monitoramento, alarme residencial e interruptores inteligentes.

E mais uma vez, ele procura o profissional especializado.

E o quarto fator: a copa do mundo!

Eu adoro copa do mundo. Adoro futebol, embora eu não seja fanático.

E nada melhor do que assistir o jogo em um telão, não é mesmo?

Aqui vale o mesmo raciocínio da Netflix.

Com a copa do mundo, vende-se mais TVs. Com mais TVs, vende-se mais sistemas de áudio e com isso mais automação e projetos integrados.

E quem ganha com isso?

O mercado de varejo e o mercado especializado.

Confesso que eu não expliquei dessa forma para o meu amigo enquanto tomávamos o café, mas essa clareza veio logo depois quando refleti sobre o mercado.

E você o que acha? Concorda? Não concorda? Vai aproveitar essa grande oportunidade?

Escreve aqui, quero saber a sua opinião!

Um abraço,

Vinicius

 
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